No esporte profissional, os biomarcadores estão ganhando cada vez mais importância. Eles permitem uma avaliação objetiva da carga de treinamento, do estado de recuperação e dos riscos potenciais para os atletas.
Entre os parâmetros frequentemente utilizados estão hormônios do estresse como o cortisol, marcadores de degradação muscular como a creatina quinase (CK) e níveis de inflamação como a interleucina-6 ou a PCR. A relação testosterona-cortisol também serve como um indicador de sobrecarga. No futebol, esses valores são determinados regularmente após jogos intensos ou em fases de preparação para identificar os limites individuais de carga.
Especialistas enfatizam que biomarcadores complementam as impressões subjetivas, mas não as substituem. Análises de sangue ou saliva fornecem dados sobre recuperação, status imunológico e estresse muscular. Resultados detalhados públicos sobre jogos individuais, como a eliminação da seleção alemã na Copa do Mundo contra o Paraguai, não estão disponíveis. A DFB e outras federações geralmente tratam esses dados médicos de forma confidencial.
Pesquisas em esportes de alto rendimento mostram que o monitoramento regular de biomarcadores pode prevenir lesões e otimizar a regeneração. No entanto, o sucesso continua dependendo de um acompanhamento holístico que inclua aspectos físicos, mentais e táticos.
