Pesquisadores da UC San Diego usaram técnicas de imagem de última geração para descobrir o metabolismo que impulsiona a doença de Alzheimer; os resultados sugerem novas estratégias de tratamento.
Usando suas próprias tecnologias de imagem de última geração, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego revelaram como o metabolismo dos lipídios, uma classe de moléculas que inclui gorduras, óleos e muitos hormônios, é alterado na doença de Alzheimer. Eles também revelaram uma nova estratégia para atingir esse sistema metabólico com medicamentos novos e existentes. As descobertas são publicadas na Cell Metabolism.
Os pesquisadores descobriram que, em cérebros com tauopatia, os neurônios acumulam lipídios em excesso como resultado de estresse ou danos. Esse influxo força os neurônios a descarregar o excesso para as células imunológicas do cérebro, chamadas micróglias. Essas micróglias, então, montam uma resposta inflamatória que causa mais estresse aos neurônios, desencadeando um ciclo repetitivo e piora.
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1550413124001189?via%3Dihub
