Pesquisadores da Universidade de Warwick desenvolveram um método que, pela primeira vez, calcula de forma simples e previsível o movimento de nanopartículas de formato irregular no ar. Essas partículas, incluindo fuligem, poeira, pólen, microplásticos e vírus, penetram profundamente nos pulmões e na corrente sanguínea, contribuindo para doenças como cardiopatias, derrames e câncer.
Modelos anteriores assumiam partículas esféricas, o que dificulta a previsão de formas reais, muitas vezes mais perigosas. O estudo, publicado no Journal of Fluid Mechanics Rapids, revisa o fator de correção de Cunningham de 100 anos e o generaliza para formas arbitrárias.
A introdução de um tensor de correção captura as forças de arrasto e atrito sem ajustes empíricos. Isso aprimora modelos para poluição do ar, transmissão de doenças, química atmosférica, modelagem climática, nanotecnologia e medicina, como na disseminação de poluentes ou cinzas vulcânicas.
A School of Engineering está investindo em uma nova instalação de geração de aerossóis para testar partículas reais e validar o método.
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