Pesquisadores da Universidade de Osaka usam aprendizado de máquina para identificar pacientes com maior probabilidade de sobreviver a lesões traumáticas se tratados com ácido tranexâmico.
O tratamento precoce com um medicamento chamado ácido tranexâmico interrompe o sangramento excessivo, reduzindo a capacidade do corpo de quebrar coágulos sanguíneos. No entanto, o ácido tranexâmico pode causar efeitos colaterais desnecessários em pacientes que não precisam dele, portanto, é necessário selecionar pacientes-alvo verdadeiramente eficazes com base em critérios objetivos.
Agora, em um estudo publicado na Critical Care, pesquisadores da Universidade de Osaka abordaram esse desafio de tratamento, identificando subgrupos de pacientes com trauma que têm maior probabilidade de sobreviver se tratados com ácido tranexâmico. A equipe encontrou esses subgrupos examinando pacientes com trauma que compartilhavam características semelhantes (também conhecidas como fenótipos).
https://ccforum.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13054-024-04871-w
