Das Robert Koch-Institut (RKI) hat neue Ergebnisse zur Verbreitung von Diskriminierungserfahrungen und deren Zusammenhang mit der Gesundheit veröffentlicht. Der Beitrag im „Journal of Health Monitoring“ basiert auf Daten des bevölkerungsbezogenen Panels „Gesundheit in Deutschland“ 2024.
Pessoas mais jovens, pessoas trans ou gender-diversas, pessoas em situações socioeconômicas desfavorecidas e pessoas com histórico de migração relatam com muito mais frequência discriminação cotidiana e discriminação múltipla. A frequência de tais experiências aumenta gradualmente com uma pior autoavaliação da saúde geral e saúde mental.
As análises foram realizadas por meio de regressões de Poisson e mostram uma clara associação dose-dependente: quanto mais frequentemente a discriminação é vivenciada, pior é a avaliação da saúde.
O RKI classifica a discriminação como um determinante social relevante da saúde. Os resultados reforçam a abordagem da Organização Mundial da Saúde (OMS) de considerar a redução da discriminação como um campo de ação central para a promoção da equidade em saúde.
A publicação está disponível para download no site do Instituto Robert Koch (PDF, 527 KB, acessível).
