Painel de proteômica detecta ELA até dez anos antes do surto clínico
Pesquisadores do National Institute on Aging (NIA), parte do National Institutes of Health (NIH), fizeram uma descoberta inovadora no campo da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em um estudo proteômico abrangente, publicado na Nature Medicine, eles identificaram uma assinatura única de proteínas plasmáticas que pode distinguir de forma confiável a ELA de outras doenças neurológicas e detectar a doença até dez anos antes do aparecimento de sintomas clínicos. Essas descobertas podem revolucionar o diagnóstico e o tratamento da ELA, uma doença neurodegenerativa fatal que até agora tem sido diagnosticada principalmente com base em sintomas clínicos, muitas vezes com um atraso de seis a 18 meses. Análise proteômica e aprendizado de máquina Os autores principais Ruth Chia, PhD, e Ruin Moaddel, PhD, analisaram quase 3.000 proteínas plasmáticas de 231 pacientes com ELA e 384 indivíduos de controle, incluindo pessoas saudáveis e pacientes com outras doenças neurológicas. Usando a plataforma Olink Explore 3072, eles identificaram 33 proteínas com frequência significativamente alterada em pacientes com ELA. Neurofilamento de cadeia leve…


