Ressonância magnética (RM) e punção lombar (PL) podem não ser sempre necessárias para diagnosticar e gerenciar uma complicação neurológica grave associada à terapia CAR T-cell, de acordo com um novo estudo da Blood Advances. As descobertas validaram ainda mais o uso do eletroencefalograma (EEG) – um teste não invasivo que mede a atividade elétrica no cérebro – no gerenciamento dessa neurotoxicidade.
Os autores buscaram avaliar a necessidade de três testes diagnósticos usados para gerenciar o cuidado de receptores de terapia CAR T-cell que sofrem de síndrome de neurotoxicidade associada a células efetoras imunes (ICANS). Embora os mecanismos subjacentes da ICANS não sejam totalmente compreendidos, pacientes com ICANS podem experimentar uma variedade de sintomas neurológicos, incluindo confusão, tremores, convulsões e, em casos raros, inchaço cerebral grave e comas.
