Um artigo de revisão de cientistas da Indiana University Bloomington resumiu os recentes esforços de engenharia no desenvolvimento de vários sensores e dispositivos para enfrentar os desafios no tratamento personalizado da dor.
O novo artigo de revisão, publicado em 13 de setembro na revista Cyborg and Bionic Systems, examina criticamente o papel de sensores e dispositivos guiados por inteligência artificial (IA) no campo da medicina personalizada da dor, destacando seu impacto transformador nos resultados do tratamento e na qualidade de vida do paciente.
A dor, uma experiência complexa e subjetiva, diminui acentuadamente a qualidade de vida individual e impõe encargos substanciais aos sistemas de saúde. Apesar da universalidade e importância reconhecidas da dor, sua avaliação precisa e manejo eficaz representam dificuldades persistentes. “A medicina personalizada da dor visa adaptar as estratégias de tratamento da dor às necessidades e características específicas de um paciente individual, com o potencial de melhorar os resultados do tratamento, reduzir os efeitos colaterais e aumentar a satisfação do paciente. Apesar dos marcadores e tratamentos de dor existentes, persistem desafios na compreensão, detecção e tratamento de condições de dor complexas”, explicou o autor do estudo Feng Guo, professor da Indiana University Bloomington. Assim, eles revisam os recentes esforços de engenharia no desenvolvimento de vários sensores e dispositivos para enfrentar os desafios no tratamento personalizado da dor. Eles resumem os princípios básicos da patologia da dor e introduzem vários sensores e dispositivos para monitoramento, avaliação e alívio da dor. Eles também discutem os avanços que aproveitam a IA médica em rápido desenvolvimento, como dispositivos de analgesia baseados em IA, sensores vestíveis e sistemas de saúde.
