Nível educacional mais alto não reduz o declínio cognitivo na velhice
Um estudo internacional, publicado na revista científica Nature Medicine, questiona a suposição generalizada de que um nível mais alto de educação protege diretamente contra o declínio cognitivo e o envelhecimento cerebral. O estudo analisou dados longitudinais de mais de 170.000 pessoas de 33 países ocidentais, tornando-se um dos estudos mais abrangentes sobre o envelhecimento cognitivo até o momento. A Universidade de Barcelona e o Instituto Guttmann são os únicos dois centros na Espanha que participam do estudo, liderado pela Universidade de Oslo (Noruega) como parte do consórcio europeu Lifebrain. Os resultados destacam a necessidade de políticas e programas para promover a saúde cerebral que vão além da atividade cognitiva e se estendem por toda a vida, não apenas na infância e adolescência. Embora o número total de pessoas com demência em todo o mundo esteja aumentando devido ao crescimento populacional e ao envelhecimento, a incidência parece estar diminuindo de acordo com estudos anteriores, e adultos mais velhos…

